segunda-feira, 31 de maio de 2010

31 de MAIO - DIA MUNDIAL SEM TABACO

       Desde o ano de 1987 que a Organização Mundial de Saúde (OMS) promove o Dia Mundial sem Tabac.Este evento ocorre em 192 países com o objetivo de chamar a atenção das pessoas de todo o mundo sobre os malefícios do tabaco. O tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o mundo e, ainda, estima-se que um terço da população mundial adulta seja fumante. O total de mortes devido ao uso do tabaco atingiu a cifra de 4,9 milhões de mortes anuais, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia. São muitos os males que o cigarro causa no organismo humano e é interessante ressaltar que até as pessoas que convivem com fumantes (fumantes passivos) podem desenvolver doenças relacionadas ao fumo.
      O cigarro é feito de tabaco, erva da família das solanáceas, cujo nome científico é Nicotiana tabacum. Sabe-se, hoje, que o cigarro contém mais de 4500 substâncias tóxicas como alcatrão, polônio 210 e urânio (sendo que os dois últimos são radioativos), dentre as quais 43 comprovadamente cancerígenas.Devemos lembrar que, a nicotina presente no cigarro, é uma droga extremamente viciante, e causa dependência física e psicológica. No Brasil, o tabagismo é responsável por mais de 120.000 mortes ao ano.



Assim que é tragada a fumaça provoca alterações no organismo, são elas: aumento da pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos e constrição dos vasos sangüíneos. Isto faz o coração ter de bater com mais força e, com o passar do tempo, o fumante tem boas chances de desenvolver problemas cardiovasculares ( infarto, angina e doenças coronárias).
     Quanto mais tempo a pessoa fuma, mais difícil é largar o vício e maiores são as chances de desenvolver algum tipo de doença relacionada ao tabaco. Para abandonar o vício são necessárias algumas atitudes como: grande motivação individual, estabelecer uma data específica, solicitar a ajuda de um profissional a fim de obter remédios para passar pela síndrome de abstinência da melhor forma possível.
                                                                              ( Adaptado de Infoescola )

sexta-feira, 28 de maio de 2010

APOIO PLENAMENTE - JÁ PASSEI POR UMA SITUAÇÃO MUITO DIFÍCIL, POR NÃO TER A CADEIRINHA NO CARRO

Cadeirinha: a partir de 9 de junho, motorista que levar criança livre no banco de trás pode ser multado




Por Thais Lazzeri ( Revista Crescer )

Quem já não viu crianças brincando no banco de trás do carro, mandando beijinhos e dando tchau? A partir de 9 de junho, quem levar crianças com menos de sete anos e meio sem a cadeirinha vai ser multado. E dessa faixa etária até os 10 é obrigatório o cinto de segurança no banco traseiro. O morotista que infrigir a lei, considerada uma infração gravíssima, leva 7 pontos na carteira de habilitação e é multado em R$ 191,54. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a utilização correta da cadeirinha pode reduzir em até 70% a possibilidade de morte em caso de acidente.

O morotista não precisa ser abordado para receber a multa. A Polícia Rodoviária pode até fazer isso, mas a CET, não. De acordo com o Contran, o fiscal vai ter de ter bom senso na hora de multar. Crianças no colo da mãe, por exemplo, são um caso clássico de desrespeito à norma. Mas e se a criança tiver mais de 7 anos e meio, estiver no banco de trás com cinto e você receber a multa em casa? Para esse e outros problemas, cabe recurso.

A lei não se aplica a veículos com peso bruto total superior a 3,5 toneladas, os de transporte coletivo, táxi e escolares. Em veículos que possuam apenas banco dianteiro, a criança deve estar protegida pelo cinto de segurança. A mesma regra vale se o número de crianças ultrapassar a capacidade do banco traseiro. Para motocicletas, ciclomotores e motonetas, a lei é ainda mais restritiva, só podem ser transportadas crianças com mais de sete anos e meio de idade.

Criança e trânsito

Os dados sobre acidentes de trânsito envolvendo crianças são preocupantes: aproximadamente duas mil mortes por ano, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Mais de 40% dessas mortes ocorrem quando a criança está a bordo do veículo. Na tentativa de diminuir o número de acidentes fatais, o Denatran (Departamento Nacional de trânsito) instituiu a nova lei das cadeirinhas. A partir de junho o uso do equipamento será obrigatório no transporte de crianças menores de 7 anos e meio. O não cumprimento da regra implicará em uma multa de R$191,54 e menos 7 pontos na carteira de habilitação do motorista.

Ao contrário do que muitos pensam a cadeirinha não serve apenas para dar mais conforto as crianças, elas são dispositivos de segurança. Por isso é fundamental escolher um modelo compatível com a altura e o peso do seu filho. Para garantir a eficiência do dispositivo você deve seguir atentamente às instruções que o acompanham. O cinto de segurança da cadeirinha tem de ficar posicionado sobre os ombros e ossos da bacia da criança. Dessa forma seus filhos estarão mais seguros caso ocorra uma freada brusca ou uma colisão. A regra vale para uma longa viagem ou uma ida à esquina.

Veja como ficou a divisão dos equipamentos obrigatórios feita por idade.

* Bebês até um ano têm de ser transportados no bebê conforto.

* De 1 a 4 anos ficam na cadeirinha

* De 4 a 7 anos e meio no assento de elevação

quarta-feira, 26 de maio de 2010

A POESIA DE MIA COUTO

Em tempos de Copa do Mundo na África, considero interessante divulgar o trabalho do escritor moçambicano Mia Couto ( Antonio Emílio Leite Couto), que estudou Medicina, mas não concluiu o curso, fazendo Jornalismo e Biologia.Deixo com vocês um lindo poema, que o colega biólogo escreveu, provavelmente inspirado na beleza da natureza.

                                                   Identidade


Preciso ser um outro

para ser eu mesmo

Sou grão de rocha

Sou o vento que a desgasta

Sou pólen sem insecto

Sou areia sustentando

o sexo das árvores


Existo onde me desconheço


aguardando pelo meu passado


ansiando a esperança do futuro


No mundo que combato morro


no mundo por que luto nasço

Livros do autor

Terra Sonâmbula 
Um rio chamado tempo, uma casa chamada Terra
O último vôo do flamingo
O outro pé da sereia
O beijo da palavrinha

sábado, 22 de maio de 2010

SABE QUE DIA É HOJE?

                                                       22 DE MAIO

                                            
                                                   DIA DO ABRAÇO

       


                                       DIA DE SANTA RITA DE CÁSSIA




DIA DA BIODIVERSIDADE



Esse som é dedlicado demais!

http://www.youtube.com/watch?v=dtOM0PVG9UM
Olá pessoal! Esta semana foi um tanto tumultuada. Não coloquei muita coisa no blog. Para compensar fica um som genial. É uma banda do sul que faz um jazz/bossa nova maravilhoso.Apreciem. Beijos!

sábado, 15 de maio de 2010

HÁ UM NEANDERTAL DENTRO DE NÓS

Nossos primos mais próximos não se extinguiram por completo. Humanos e neandertais acasalaram. Os europeus e asiáticos são seus descendentes.


QUASE IRMÃOS Svante Pääbo e um crânio neandertal. “O DNA deles é tão próximo do nosso que nenhuma definição de espécie pode ser aplicada”

Uma das mais importantes questões da antropologia foi respondida. Desde o século XIX se discute a identidade do homem de Neandertal. Quem era esse nosso primo em primeiro grau na família evolutiva humana? Os neandertais, ou Homo neanderthalensis, eram maiores e mais fortes que os Homo sapiens, os homens modernos que evoluíram na África há 200 mil anos. Já os neandertais habitaram a Europa e o Oriente Médio por 300 mil anos. Eles conheciam o fogo, caçavam mamutes com lanças sofisticadas e se protegiam do frio com peles dos animais abatidos. Os neandertais eram inteligentes. Seu cérebro era maior que o nosso. Era uma espécie magnificamente adaptada à sobrevivência nas duríssimas condições da Europa glacial. Mesmo assim, desapareceram. Após ceder progressivamente um continente inteiro aos invasores de nossa espécie, há 22 mil anos os últimos bandos remanescentes refugiaram-se nas cavernas do rochedo de Gibraltar, no extremo sul da Espanha. Era um beco sem saída. Do alto do rochedo avista-se a África, do outro lado do Estreito de Gibraltar. Só 13 quilômetros de mar separavam os neandertais da sobrevivência. Mas essa não era uma opção. Eles nunca inventaram barcos. A espécie se extinguiu.
Mas era só o primeiro volume. O segundo volume da história dos neandertais começou a ser escrito na semana passada, com a divulgação do mapeamento do genoma da espécie na revista Science. “Os neandertais eram tão parecidos conosco que, se um deles entrar aqui barbeado e vestido, ninguém notará a diferença”, disse o geneticista sueco Svante Pääbo, de 55 anos, diretor do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, em Leipzig, Alemanha. Ao comparar o DNA neandertal com o nosso, veio a surpresa. Os neandertais não desapareceram totalmente. Uma pequena fração de seu material hereditário continua viva em nós, incorporada no DNA de cada célula dos bilhões de humanos com raízes na Europa e na Ásia. Todos têm genes neandertais. Seus antepassados comuns pertenceram à primeira leva humana que saiu da África. Eles acasalaram com os neandertais. A miscigenação, diz Pääbo, deu-se no Oriente Médio, entre 80 mil e 50 mil anos atrás. A contribuição genética neandertal não é universal. Os descendentes dos humanos que ficaram na África não se misturaram. Seu DNA não tem genes neandertais.
Entender as causas que teriam levado os neandertais à extinção foi motivo de um debate acalorado que começou em 1856, quando seus primeiros fósseis foram retirados de uma caverna no Vale do Rio Neander, na Alemanha. Na época, o planeta estava partilhado pelas potências coloniais europeias. Seus monarcas creditavam esse domínio à superioridade biológica, moral e tecnológica da civilização branca, cristã e europeia. Identificar os neandertais como os ancestrais diretos dos europeus foi um passo imediato. Era a prova cabal de que o homem surgiu na Europa e, por isso, era superior aos asiáticos, aborígines e africanos. Não contavam com Charles Darwin.
Em 1871, ao afirmar que chimpanzés e humanos evoluíram de um ancestral comum, Darwin apontou a África como o provável berço da humanidade. De uma hora para outra, os neandertais foram destituídos de sua primazia e rebaixados a primitivos “homens das cavernas”. A queda social dos neandertais não moveu o foco do debate sobre as causas de sua extinção. Arqueólogos, antropólogos e paleontólogos discutiram por 150 anos.
A maioria afirmava que os neandertais, supostamente dotados de uma capacidade cognitiva inferior à nossa, nunca tiveram condição intelectual para concorrer com o Homo sapiens pelo domínio dos territórios de caça. Outra grande facção creditava o fim dos neandertais na conta de nossa espécie, naquele que teria sido o primeiro genocídio. Havia ainda uma minoria defensora de uma hipótese inusitada. Os neandertais não teriam desaparecido por completo. Teriam acasalado com indivíduos de nossa espécie. Se namoros (ou estupros) tivessem ocorrido, e a prole resultante mantivesse a fertilidade (ao contrário de burros e mulas, filhotes estéreis da cruza de cavalos e jumentas), abrir-se-ia a possibilidade de neandertais terem irrigado seus genes no DNA humano.
Mapear o DNA neandertal e compará-lo ao nosso é identificar quais genes definem o ser humanoO DNA é uma molécula complexa e frágil. Poucas horas após a morte de um indivíduo, o DNA começa a fragmentar. Por isso, os geneticistas achavam impossível extraí-lo de cadáveres. Em 1985, o jovem Svante Pääbo provou o contrário, ao extrair genes de múmias egípcias. Nos anos seguintes, ele foi pioneiro na extração de DNA de animais extintos (leia no quadro). Em 1997, voltou-se aos neandertais. Mapeou o DNA de suas mitocôndrias (órgãos celulares com genes transmitidos só da mãe) sem achar nada humano. Decretou: “Nunca houve acasalamento entre as espécies”.

De lá para cá, o avanço da tecnologia genética fez o que era impossível tornar-se corriqueiro. “A precisão atual dos equipamentos era impensável há 15 anos.” Ainda assim, mapear o DNA neandertal demorou três anos. A equipe extraiu genes de três ossos de fêmeas de 38 mil anos, de uma caverna na Croácia. Seus fragmentos genéticos foram remontados num só genoma. Quando comparado ao DNA do chimpanzé, o DNA neandertal exibiu semelhança de 98,5%, a mesma que guardamos com os chimpanzés. Confrontando o DNA humano com o neandertal, a diferença caiu para 0,5%. É mínima. A mesma que existe entre mim, você e qualquer ser humano. Seriam os neandertais humanos? “Tomamos cuidado para não usar nenhuma definição de espécie,” diz Pääbo. “Os neandertais eram tão parecidos conosco que nenhuma definição serve.”
O grande feito de Pääbo e sua equipe não foi mapear o DNA neandertal. Foi compará-lo ao nosso. Ao fazê-lo, detectou aquele 0,5% que nos é exclusivo. Lá residem os enigmas de nossa espécie. “Detectamos várias regiões e identificamos alguns genes. Há 78 mutações”, diz o americano Richard Green, coautor do estudo. São só 78 mutações num universo de 20 mil genes. Três delas, já se sabe, estão relacionadas à pigmentação da pele. Outras quatro são ruins. Estão associadas a doenças como o diabetes do tipo 2, o autismo, a síndrome de Down e a esquizofrenia. A comparação com os neandertais poderá nos ajudar a detectar quais mutações foram as responsáveis pelos aspectos mais básicos que definem o ser humano: nossa consciência e o dom da fala.

(Revista Época - Edição 625 de 07 de maio de 2010 )

quinta-feira, 13 de maio de 2010

CAETANO VELOSO - 13 DE MAIO



13 de Maio (Caetano Veloso)

Dia 13 de maio em Santo Amaro

Na Praça do Mercado

Os pretos celebravam

(Talvez hoje inda o façam)

O fim da escravidão

Da escravidão

O fim da escravidão


Tanta pindoba!

Lembro do aluá

Lembro da maniçoba

Foguetes no ar


Pra saudar Isabel

Ô Isabé

Pra saudar Isabé

terça-feira, 11 de maio de 2010

O Ministério da Saúde recomenda: Faça sexo


Mas isso realmente adianta? O que dizem os médicos e o que informam as pesquisas mais recentes sobre os verdadeiros efeitos de uma vida sexual ativa em sua saúde

Cristiane Segatto, Fernanda Colavitti, Isabel Clemente, Marcela Buscato e Rodrigo Turrer  Revista Época

O cenário estava montado para mais uma modorrenta cerimônia oficial de Brasília: o lançamento da campanha nacional de combate à hipertensão, realizado na segunda-feira. Mas o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, encontrou uma forma de apimentar o evento. Sentado ao lado do deputado federal (e médico) Darcísio Perondi (PMDB/RS), Temporão enumerou hábitos que ajudam a prevenir a doença crônica que é um dos maiores desafios da saúde pública brasileira e mundial. “Dançar faz bem para reduzir a hipertensão. E fazer sexo também. O Perondi estava brincando aqui que eu ia propor – além de cinco porções diárias de frutas, legumes e verduras – transar cinco vezes por dia.” Rindo, meio titubeante, Temporão emendou: “Não, isso não me parece razoável. Por semana, seria melhor”. E prosseguiu: “Fazer sexo ajuda. Dancem, façam sexo, mantenham o peso, mudem o padrão alimentar. Atividade física regular é fundamental. E, principalmente, meçam sua pressão arterial com regularidade”. Estava criado o fato da semana.
Ao falar de sexo dessa forma, Temporão conquistou uma proeza midiática. O tema árido de saúde pública, que normalmente chama pouca atenção, espalhou-se rapidamente pela internet, ganhou vários minutos de exposição na TV e nos jornais. Virou conversa de bar e de consultório. Cardiologistas relatam ter ouvido de vários pacientes a pergunta: “Sexo é bom mesmo para o coração, doutor?”. Por coincidência, o conselho de Temporão veio na mesma semana em que o Superior Tribunal de Justiça derrubou a patente do Viagra, o que deve baratear um dos remédios responsáveis pela extensão da vida sexual dos idosos.
Parece animador que uma atividade prazerosa – a mais prazerosa oferecida pelo corpo humano – seja fonte de saúde. Normalmente, cuidar da pressão, assim como de outros aspectos de longo prazo da saúde, é sinônimo de privar-se de prazeres, não cultivá-los. O ministro inovou. Mas não inventou a roda: a Organização Mundial da Saúde diz desde 2000 que sexo de qualidade é um dos quatro pilares de uma vida saudável. “Foi uma jogada de marketing genial”, diz Carlos Alberto Machado, diretor do Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia. “Se ele não tivesse falado sobre sexo, o tema da hipertensão não teria merecido nem notinha nos jornais.”

domingo, 9 de maio de 2010

FELIZ DIA DAS MÃES



Qual a origem do Dia das Mães?

A mais antiga celebração do Dia das Mães tem origem mitológica. Na Antiga Grécia, a entrada da primavera era festejada em honra a Rhea, esposa de Cronus e mãe de Zeus , considerada a Mãe dos Deuses.
Bem mais tarde, no início do século XVII, a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Este dia ficou conhecido como o Mothering Sunday (Domingo das Mães). Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães e levavam o mothering cake, um bolo, de presente para elas.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada, em 1872, por Júlia Ward Howe, autora da letra do hino do país. Seria, na concepção dela, um dia dedicado à paz.Mas foi outra americana, Ana Jarvis, da Filadelfia, que em 1907 iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Ana perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo a comemoração se alastrou por todo o país e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de maio, o segundo domingo de maio.
No Brasil, o Dia das Mães foi introduzido pela Associação Cristã de Moços (ACM), em maio de 1918. A data passou a ser celebrada no segundo domingo de maio, conforme decreto assinado, em 1932, pelo presidente Getúlio Vargas. Em 1949, vários proprietários de lojas de São Paulo, lançaram uma grande campanha publicitária incentivando a compra de presentes para as mães e o hábito de presentear as mães ganhou impulso.

Fonte: Duarte, Marcelo - O Guia dos Curiosos. Cia da Letras, S.P., 1995.

Dia das Mães no Mundo

2º domingo de fevereiro Noruega

1º domingo de maio África do Sul

2º domingo de maio Estados Unidos, Brasil, Dinamarca, Finlândia, Japão, Turquia, Itália, Austrália e Bélgica

10 de maio México

4º domingo da Quaresma Inglaterra

Último domingo de maio Suécia

2º domingo de outubro Argentina

1º domingo de maio Portugal

2 semanas antes do Natal Iugoslávia

sexta-feira, 7 de maio de 2010

DINAMARCA, UMA VERGONHA!

Contribuição da  Professora de Biologia Cristina Magella da Silva Tayao

O mar se tinge de vermelho, entretanto não é devido aos efeitos climáticos da natureza.


Se deve a crueldade com que os seres humanos (ser civilizado) matam centenas dos famosos e inteligentíssimos.
Golfinhos Calderon.
Isso acontece ano após ano na Ilha Feroe na Dinamarca. Deste massacre participam principalmente jovens
Por que?  Para demonstrar que estes mesmo jovens já chegaram a uma idade adulta, estão maduro



Em tal celebração, nada falta para a diversão
TODOS PARTICIPAM DE UMA MANEIRA OU DE OUTRA, matando ou vendo a crueldade “apoiando-a como espectador”.

Cabe mencionar que o golfinho calderon, como quase todas as outras espécies de golfinhos, se aproxima do homem unicamente para interagir e brincar em gesto de pura amizade.



Eles não morrem instantaneamente, são cortados uma ou duas vezes com ganchos grossos. Nesse momento os golfinhos produzem um som estridente bem parecido ao choro de um recém-nascido.

Mas sofrem e não há compaixão até que este dócil ser sangra lentamente e sofra com feridas enormes até perder a consciência e morrer no seu próprio sangue.



Finalmente estes heróis da ilha, agora são adultos racionais e direitos, já demonstraram sua maturidade.
                                                     
 Basta!  Cuide do mundo, ele é sua casa